Inter , estaremos contigo ... Tu és minha paixão!!! Não importa o que digam ... Sempre levarei comigo ... Minha camisa vermelha ... e a cachaça na mão ... O Gigante me espera ... Para começar a festa !!! Xalaialaiaa ... Xalaialaiaa ... Xalaialaiaa !!! Você me deixa doidão !!! Xalaialaiaa ... Xalaialaiaa ... Xalaialaiaa !!! Inter do meu coração !!! Xalaialaiaa ... Xalaialaiaa ... Xalaialaiaa !!!

CHAT DO INTER!!!



SPORT CLUB INTERNACIONAL INFORMA:


JOAN GAMPER - 25.08.1982

FIQUE POR DENTRO!!!

MAIS DO QUE UM CAMPEONATO REGIONAL OU NACIONAL, O INTERNACIONAL CONQUISTOU O FAMOSO TORNEIO JOAN GAMPER, NO DIA 25 DE AGOSTO DE 1982, EM BARCELONA, FEITO JAMAIS REPETIDO POR UM CLUBE DO BRASIL OU DA AMÉRICA LATINA. A EQUIPE COLORADA ELIMINOU O PODEROSO BARCELONA DE MARADONA, NOS PÊNALTIS, E VENCEU O INGLÊS MANCHESTER CITY NA FINAL POR 2 A 1. FOI UM DOS MAIORES FEITOS DA SUA HISTÓRIA. A TAÇA DE OURO PASSOU A SER UM SÍMBOLO INTERNACIONAL DO SPORT CLUB INTERNACIONAL.

COLORADO CANTE ATÉ O FIM !!!


quarta-feira, 26 de janeiro de 2011

REFORÇOS ARGENTINOS!!!

Imitar os argentinos jamais!

Porém reforçar o time com os hermanos isso é algo aceitável.

Raça, qualidade e idioma: Inter fica ainda mais ‘hermano’ Satisfeito com a resposta recebida nos últimos anos, Colorado investe em argentinos e pode ter até quatro deles na Libertadores

O primeiro foi Guiñazu: começou correndo feito louco, chegou a jogar com um buraco no joelho, ficou revoltado com um médico que não o deixou voltar a campo após fraturar o braço. Virou ídolo da torcida e viu colorados cortando o cabelo em estilo moicano quando ele aparava as madeixas assim.

Depois, foi D’Alessandro, com o drible “La Boba”, passes precisos, muita estrela nos Gre-Nais e protagonismo nos títulos da Sul-Americana de 2008 e da Libertadores de 2010. Apesar de alguma inconstância, caiu na adoração dos torcedores, que chegaram a colocar o sobrenome do camisa 10 em seus filhos.

Veio Abbondanzieri: não conseguiu se firmar como titular absoluto, mas virou um dos líderes do elenco e conseguiu a façanha de convencer um árbitro a desmarcar um pênalti na Libertadores. Aposentou-se no Inter e no retorno do Mundial, mesmo com o fracasso contra o Mazembe, foi homenageado por colorados dentro do avião.

O histórico recente convenceu o Inter de que vale a pena seguir investindo em argentinos. O próximo da lista é Fernando Ezequiel Cavenaghi, atacante buscado no Mallorca, da Espanha. Ele chega a Porto Alegre nesta quinta-feira para fazer testes físicos, realizar exames médicos e, se for aprovado, assinar contrato de empréstimo por um ano, com possibilidade de compra ao final do vínculo. E o clube também estuda a contratação de Mario Bolatti, volante da Fiorentina, da Itália, e autor do gol que classificou a seleção então comandada por Maradona para a Copa do Mundo da África do Sul.

O Inter tenta deixar claro que não é aquele velho clichê da raça argentina que faz o clube investir em atletas do país vizinho. Isso pesa, mas não é determinante. O importante mesmo, alega o técnico Celso Roth, é a qualidade.

- Eles são jogadores de qualidade. É o primeiro item. Se não fossem, não pensaríamos como uma possível contratação, independentemente de serem brasileiros, argentinos ou de qualquer nacionalidade. O Cavenaghi já participou da seleção, está na Europa há tempo, e o Bolatti também participou ativamente da seleção. É isso que o Inter quer como referência: qualidade técnica, independentemente de serem argentinos. Na Libertadores, a facilidade da língua é uma vantagem. Não deixa de ser um item importante – comentou Roth.

A explicação de Roth faz sentido. O Inter não costuma buscar apostas argentinas. Prefere investir em jogadores que já deram alguma resposta. Com Guiñazu, o clube se encantou ainda em 2006, quando o enfrentou pelo Libertad, do Paraguai. D’Alessandro e Cavenaghi, quando despertaram o interesse vermelho, já eram jogadores famosos. Não é, com a mesma força, o caso de Bolatti, mas se trata de um atleta com passagem pela seleção argentina, que já deu alguns sinais que tranquilizam o clube para a contratação.

São negociações que, apesar do alto valor geralmente investido, costumam trazer inclusive benefícios financeiros, sem contar os títulos. As camisas 5 e 10, de Guiñazu e D’Alessandro, são as mais procuradas pelos torcedores do Inter.

 

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